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30/07/2021 10:07

Hormonioterapia e câncer de próstata

A próstata é uma glândula masculina localizada abaixo da bexiga, a qual tem como função produzir boa parte do líquido seminal. Os hormônios masculinos, em especial a testosterona, desempenham um papel importante em sua regulação normal.

 

Como é de se esperar, o câncer de próstata depende da testosterona para se proliferar (crescer). Dessa forma, uma maneira de se tratar os tumores prostáticos é utilizando a hormonioterapia, que visa diminuir os níveis desse hormônio, impedindo que as células cancerígenas se multipliquem, bem como favorecendo a morte das mesmas.

 

Para esclarecer algumas questões sobre este tratamento, conversamos com o oncologista clínico, Dr. Bruno Batista. Acompanhe o post e saiba mais sobre o assunto!

 

O que é a hormonioterapia e como ela é realizada no câncer de próstata

 

Como citamos, a terapia hormonal, também denominada terapia de privação de andrógeno ou terapia de supressão androgênica, objetiva reduzir o nível dos hormônios masculinos no corpo. Para isso, em geral, são utilizados medicamentos aplicados via subcutânea e também comprimidos, cada um deles com função distinta.

 

Pode-se dizer que o tratamento padrão consiste em injeções (gosserrelina ou leuprorrelina) e, por vezes, são utilizados alguns comprimidos que aumentam a eficácia desse tratamento (abiraterona, apalutamida, enzalutamida).

 

É um protocolo altamente efetivo, capaz de controlar a doença na imensa maioria dos casos. Entretanto, nem todas as pessoas necessitam da hormonioterapia. Vale citar, por exemplo, que casos de diagnóstico precoce não precisam de bloqueio hormonal.

 

Por esse motivo, estratégias para diagnosticar a doença em seus estágios iniciais podem aumentar a qualidade de vida e as chances de cura. Já para os casos de tumores avançados, esse tratamento pode ser temporário ou prolongado, a depender do estado clínico e particularidades da neoplasia.

 

Efeitos colaterais da terapia hormonal

 

Existe aumento importante da taxa de cura e de controle com uso dessas medicações, mas com alguns efeitos colaterais. Em geral, a queda dos níveis de testosterona pode cursar com fadiga fácil, fraqueza muscular, distúrbios de humor, fogachos (“calorão”) e perda da potência sexual.

 

Nesse contexto, o diagnóstico precoce é muito importante, pois, como foi mencionado acima, ele favorece a não utilização desse bloqueio hormonal. Em contrapartida, para os homens que estejam em tratamento com essas medicações, é importante a prática de exercícios físicos, de forma a impedir a perda de massa muscular e diminuir os fogachos.

 

Esperamos que este conteúdo tenha te auxiliado a compreender melhor como funciona a hormonioterapia para o câncer de próstata. Acha que o artigo pode ser útil para alguém que você conhece? Então compartilhe em suas redes sociais!

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