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09/07/2021 16:07

Destaques da ASCO 2021 para tumores geniturinários

No post anterior, abordarmos as novidades apresentadas na ASCO 2021 relacionadas ao câncer de pulmão. Dando sequência ao assunto, conversamos com o oncologista clínico, Dr. Bruno Batista, que participou do congresso e trouxe também os destaques relacionados aos tumores geniturinários.

 

Novidades no tratamento dos tumores geniturinários

 

Os tumores geniturinários tiveram destaque especial na ASCO de 2021, com 2 apresentações de sessão magna (plenária).

 

A primeira delas foi sobre câncer de próstata, com estudo de fase III VISION, o qual testou um radiofármaco conjugado com Lutécio (metal radioativo). Essa nova medicação tem grande afinidade pelo câncer de próstata e entrega o dano da radiação especificamente para as células desse tipo de tumor. Houve importante ganho de taxa de resposta, mesmo em pessoas que tinham usado vários tratamentos prévios. Chama a atenção os quase 10% de resposta completa (desaparecimento completo da doença).

 

O segundo estudo de destaque foi para tratamento adjuvante (pós-operatório) em câncer de rim, com a imunoterapia pembrolizumabe por um ano. A adição desse medicamento para o tratamento de carcinoma renal diminuiu a chance de a doença retornar em 10% em um ano. Vale destacar que esse tratamento tem efeitos colaterais manejáveis e a qualidade de vida é mantida.

 

Vários temas de interesse nessa área foram apresentados em sessões orais. Um deles se refere ao atendimento de grupos minoritários, como os descendentes afro-americanos. Nessa população foi verificado que existe maior risco de doença avançada, quando comparado com caucasianos, bem como diferenças moleculares. Nessa mesma população, houve dado positivo para pesquisa de PSA por rastreio, com diminuição de mortalidade e de doença metastática.

 

Em câncer e próstata vale ressaltar que estão sendo aplicados tratamentos envolvendo dois bloqueadores hormonais e quimioterapia, com potencial de manter a doença controlada por mais tempo. Entretanto, ainda são necessários resultados mais maduros para esse cenário.

 

Por fim, fica claro que novos tratamentos estão disponíveis e outros virão para câncer renal e prostático. Por esse motivo, é fundamental que existam discussões multidisciplinares em um time qualificado.

 

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